Deu nojo, asco, ver o diálogo entre Collor e Demóstenes. Dois senadores da república de fancaria. Pobre Senado, pobre Brasil.
Detalhe: Demóstenes chamou Collor sempre de “presidente”.
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#1 by Anonymous on maio 29, 2012 - 2:48 pm
Professor,
fiquei procurando palavras para adjetivar o dialogo de comadres havido.
O senhor usou nojo e asco : perfeitas.
Como é baixo, como é rasteiro, o nível de nossos politicos.
Cada vez mais a ditadura militar parece um periodo mais ameno do que foi, pelo menos quanto à hombridade e correção das pessoas, sem entrar no mérito de seus atos.
#2 by ubirajara araujo on maio 29, 2012 - 5:06 pm
Neste País a dissimulação, a mentira é imoralidade ´~ao instituições perfeitamente consolidadas
#3 by Anonymous on maio 29, 2012 - 5:22 pm
Que pena, Professor.
Estamos muito preocupados com o futuro dos nossos netos, hoje com menos de 5 (cinco) anos cada.
Adeus moral; adeus ética; adeus civismo…
#4 by Anonymous on maio 29, 2012 - 8:34 pm
Vou fazer uma confissão aqui: o Demóstenes me enganou! Achei que ele era sério. Pelo menos confirmei que nesse país lixo toda a esperança, verdadeiramente, está perdida. Alguém mais se enganou aí?
#5 by Anonymous on maio 29, 2012 - 11:00 pm
Assino embaixo, Professor.
Não consegui assistir mais do que 2 minutos.
#6 by Fernanda on maio 29, 2012 - 11:27 pm
Professor, não vi, mas imagino. Chamar Collor de presidente é coisa do pessoal que chama Dilma de presidenta: coloca uma marca na testa: “eu não presto”. Com isso, Demóstenes poderia parar de se defender ali mesmo: já teria mostrado quem é.
Uma coisa que não me conformo: acreditei no Demóstenes, não percebi que ele era um embusteiro.
#7 by Roberto Fagner on maio 30, 2012 - 11:24 am
Assistí até o fim do diálogo Collor – Demóstenes, fiquei na espectativa do Collor está preparando uma armadilha para Demóstenes com aquela conversa amistosa para no final desmascará-lo, o final chegou e nada!